Peço licença para discorrer sobre o gosto músical e as críticas que algumas pessoas fazem e sofrem constantemente. Sinceramente acho estranho num país tão diverso como o nosso ter uma plataforma regida por um esteriótipo que determina aquilo que se ouve. Roqueiro ouve rock. Pagodeiro, pagode e assim sucessivamente...
Há quem se entitule eclético, estes também, não fogem a crítica. Afinal, é dificil encontrar um cara que ouça Iron Maiden e Mc Marcinho. Claro que é mas é raro, considero estes sim, ecléticos de verdade.
Puxando a brasa pra minha sardinha, me auto entitulo eclético, hoje mais do que nunca. Prestem atenção.
Em minha playlist passam os seguintes nomes: Chico Buarque, Metallica, Só pra contrariar, Rihana, Chitãozinho e xororó...
Acho que na qualidade de músico, devo me prestar a ouvir tudo e analisar o que é bom ou o que é ruim.
Aceito os preconceituosos, acho normal dentro de um certo ponto. Mas acho que a vida ensina a procurar outras coisas. Me pergunto, o que um cara que curte AXÉ ouve quando tá deprimido?
Acredito que música é coisa de momento e todas elas existem pra preencher um vazio que existe em voce ou em alguém. Por isso hoje eu defendo a ideia de nunca rejeitar de imediato uma música.
Claro que há músicas que são chatas, mas às vezes a letra salva. Ou vice-versa.
Assumo que durante muito tempo fui muito radical com certas músicas, por isso mesmo é que entendo aqueles que não gostam de um ou outro estilo musical. Mas como dissera, acredito realmente que um dia, em alguma outra vida, se for o caso, todo mundo vai ouvir de Tom Jobim à Lacraia.
Peguei pesado né ?
Pois é a minha maior restrição ainda é o funk..
Mas hoje em dia ja encontrei a razão pra ele existir. Funk não é pra ter letra, nem tão pouco, estrutura harmonica. Funk é pra dançar, extravasar e explorar um pouco a sensualidade.
O que eu não entendo ainda é o que leva uma pessoa a escutar funk no mp3, ou coisa que o valha.
Ninguém anda dançando no meio da rua. Se alguém souber explicar, deixe um comentário.
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