Poucas coisas me agradam tanto como chegar em casa e não encontrar ninguém. O silêncio infinito, a paz escandalosa... Banheiro à portas abertas, karaokê no chuveiro às alturas, música no volume que se quer... Nudez, outrora reprimida, agora liberada! Liberdade... Só há uma regra que precisa ser cumprida para que o êxtase do ostracismo possa fluir: O TELEFONE deve estar DESLIGADO!
É bem certo que para os que moram sozinho, a solidão já não é mais novidade e pode até ser incômoda. Mas acredito que momentos de introspecção fazem bem a qualquer um. Reflexões, meditações, orações, choros, gargalhadas, falar sozinho. Coisa de doido? Experimente! Faz bem.
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