Você sabe que esses dias saiu o tão aguardado filme de Arnaldo Jabor, o nono filme de um cineasta que largou a produção para ser jornalista...
Em um post anterior desejei que seu trabalho por trás das câmeras fosse melhor que os na frente dela (enquanto comentarista político). Antes não tivesse dito nada. Pois meu sincero desejo, caiu como uma súbita praga que fez com que "A Suprema Felicidade" fosse uma das mais deploráveis produções cinematográficas. E nunca antes na história deste pais um filme fora alvo de tantas críticas.
Honestamente, eu não ví o filme, mas depoimentos de pessoas confiáveis e criticas de revistas de todas as índoles me fez crer que realmente o filme era uma bosta.
Até ai, nada. Todo mundo tem seu tempo de vacas magras e de produções vis, mas o que me deixou pasmo foi a reação do hoje, respeitado jornalista, ao criticar seus críticos.
Gozado mesmo é lembrar que quando o presidente Lula criticou a imprensa pela sua atuação na cobertura da ultima eleição, Arnaldo, claro, mostrou que a atitude do presidente era feia, atacando a imprensa e quebrando os conceitos de democracia...
Pimenta nos olhos dos outros, é refresco!
Depois de ter sua produção esculachada por boa parte da imprensa, ele usou seu espaço no jornal estadão (direcionado a cultura) para fazer richa de opiniões, usando de pirraça e falta de ética na mais perfeita imagem de criança mimada. Destaco dois pontos onde o jornalista perde completamente a cabeça e ataca com ironia e falta de ética:
"Os críticos da Folha e da Vejinha decretaram que o filme não merece nem uma análise;"
"Mas, aí... esbarrei com a frase: "Jabor sempre pareceu mais um "diletante" que um cineasta profissional." Aí, não. Depois de ter trabalhado 30 anos em cinema, fazendo nove filmes, ouvir isso não dá. "Diletante" é você, cara, que fez dois ou três filmes medíocres que sumiram da história de nosso cinema."
Que coisa feia hein, Jabor?
Não devemos ridicularizar uma empresa publicamente (por pior que ela seja). Se ela for um órgão da imprensa então, é sarna pra se coçar...
Vejinha? Cuidado, mais dias, menos dias, é o que poderá sobrar pra voce...
A que ponto chega um homem com a vaidade ferida!
Briga como criança:
-Seu Feio!
-Feio é você
-É você (e começa a chorar)
Pena que um homem com não sei quantos anos de cinema e mais não sei quantos de jornalismo se submeta a tal papel.
Voce lê tudo que Arnaldo Jabor escreveu no link:
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