Acabei buscando esse tipo de texto em jornais e revistas que leio com freqüência e nunca mais quis saber de outra coisa de pois que conheci Martha Medeiros.
Com sua forma simples e sutil de compor, suas crônicas parecem uma regurgitação daquilo que temos dentro de nós. Parece que ela está dentro de mim e sentindo tudo o que eu sinto.
Meu grande sonho enquanto compositor dessas músicas foi justamente sentir que o meu ouvinte, meu receptor, consegue de alguma forma associar aquilo que eu digo à sua própria vida. E é exatamente isso que ela faz.
Eu não sou o único que a admira. Eis a opinião de Roberto Frejat: "Aos domingos eu abro o jornal e corro para a coluna dela. Acho que o clima das crônicas da Martha tem muito a ver com o das canções da minha carreira solo''
Eu não sou o único que a admira. Eis a opinião de Roberto Frejat: "Aos domingos eu abro o jornal e corro para a coluna dela. Acho que o clima das crônicas da Martha tem muito a ver com o das canções da minha carreira solo''
Atualmente ela escreve no jornal Zero Hora de Porto Alegre e no O Globo aqui no Rio. Semanalmente procuro suas crônicas no folhetim carioca.
Eu sonho em um dia, talvez escrever como ela. Ainda não tive a oportunidade de ler nenhum de seus livros, apesar de ter visto o filme Divã (que foi escrito por ela - mas versão de livro é sempre melhor que versão de filme). Certamente lerei em breve alguns deles e mesmo sem gostar (o que acho impossível) já sou fã incondicional dela.
O gozado é que ela também começou escrevendo poesias e depois que começou com as crônicas é que sua carreira deslanchou. Espero que a minha também seja assim. Cronista de Jornal, Livros, filmes e peças de teatros. Além de tudo música! Fantástico!
Pierre, eu tbm amo as crônicas dela. No momento estou lendo "Trem Bala" é de 1997/1998...e vou te falar, mesmo sendo de mais de uma década atrás parece que foi escrito ontem. Também espero um dia escrever como ela, ou parecido quem sabe. Um bj
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